Rotação
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Padrinho dos
movimentos circulares do vadio cão;
Abre-se em mórbido e limítrofe sorriso claro
A caveira que habita meu coração.
Havendo assim ossos onde não deveriam estar
E abundante espuma fétida nas artérias emaranhadas,
Afoga-se em espasmos violentos
Meu empesteado sistema respiratório.
O delicado espírito molecular do ouro da juventude,
Torna-se uma mistura contaminada de metais vulgares
Ao escorrer fiel das partículas do relógio primitivo
Que ao mesmo tempo é temporal e de tempo algum;
O Tempo e sua piada ignóbil com equivocados estudos
De antiquada alquimia ao transformar
O sublime em ordinário.
E em rotação as secretas secreções das células
Revelam-se!
Esperança –
Agora subo.
Alegria – Venci.
Tristeza – Caio...
Abre-se em mórbido e limítrofe sorriso claro
A caveira que habita meu coração.
Havendo assim ossos onde não deveriam estar
E abundante espuma fétida nas artérias emaranhadas,
Afoga-se em espasmos violentos
Meu empesteado sistema respiratório.
O delicado espírito molecular do ouro da juventude,
Torna-se uma mistura contaminada de metais vulgares
Ao escorrer fiel das partículas do relógio primitivo
Que ao mesmo tempo é temporal e de tempo algum;
O Tempo e sua piada ignóbil com equivocados estudos
De antiquada alquimia ao transformar
O sublime em ordinário.
E em rotação as secretas secreções das células
Revelam-se!
Alegria – Venci.
Tristeza – Caio...
Por:
Vagner Tadeu Firmino
A Triste Figura
Versão anterior originalmente publicada em 2.011
© Todos os direitos de texto e imagem são reservados ao autor.

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