segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Creepypasta: A Mulher Sem Expressão

 A Mulher Sem Expressão

    Fala pessoal, vamos para mais uma postagem? Como parte da idéia de revisitar textos antigos do blog, leia sobre clicando aqui, tenho passados boas horas revendo postagens separando aquelas que eu acho que merecem um tratamento mais atual e cuidadoso, e entre conteúdos antigos, suspensos e muitos outros que realmente não valem a pena tentar fazer algo por eles agora a creepypasta "A Mulher Sem Expressão", que na época coloquei o título apenas como "A Expessão" me chamou a atenção merecendo ser atualizada.

    Antes de começarmos, quero agradecer a vocês que estão acessando, lendo e enviando comentários. Obrigado de coração, isso me ajuda a manter a cabeça no lugar e a continuar levando o blog adiante mesmo com todas adversidades e dificuldades que a própria internet coloca para nós que somente sabemos contar histórias escritas, não somos exímios produtores de vídeos verticais e ainda por cima somos tímidos demais para aparecer em telas 😓. O apoio que aos poucos vou voltando a receber nos trabalhos do blog realmente fazem uma grande diferença na minha vida e, espero sinceramente que também possa fazer alguma diferença na vida de vocês.

    Bom, sem mais demora, vamos lá!


A Mulher Sem Expressão, Hospital Cedar-Senai - 1.972

    Em junho de 1972, uma mulher apareceu no Hospital Cedar-Senai, usando vestes brancas manchadas de sangue. Isso não era estranho para um hospital onde as pessoas davam entrada em condições extremas devido a acidentes, por exemplo. Porém, duas coisas teriam feito com que as pessoas que viram essa mulher sentissem desconforto, náuseas e uma grande necessidade de se afastar dela.

    A primeira é que ela não parecia exatamente humana. Ela se parecia com um manequim, mas tinha a fluidez de movimentos de um ser humano normal. Seu rosto era fiel às feições humanas, assim como um bom manequim, também como uma fiel boneca de cera a estranha figura que adentrara ao hospital não apresentava sobrancelhas e nem qualquer sinal ou marca de expressão. A segunda é que havia um pequeno filhote de gato preso em suas mandíbulas, tão fortemente apertado, que não se via nenhum dente enquanto o sangue ainda escorria do filhote para o vestido, enquanto atendentes do hospital ainda relutavam em se aproximar ela puxou o filhote para fora de sua boca e o jogou de lado desmaiando logo em seguida.

    Desde o momento em que entrou no hospital até ser levada para um quarto ela estava completamente calma, sem expressão e imóvel. Mesmo assim os médicos acharam melhor imobilizá-la até que a polícia, já aletada e chamada até o local, pudesse chegar. A equipe de atendimento do hospital não foi capaz de obter qualquer tipo de resposta da mulher e a maioria dos membros da equipe se sentia muito desconfortável em olhar diretamente para ela.

    Tão logo os enfermeiros a colocaram na cama e iniciaram o afivelar da imobilização ao leito, ela reagiu com uma força descomunal. Dois membros da equipe tiveram que segurá-la enquanto a mulher forçava o corpo para levantar-se mantendo no rosto a mesma expressão vazia. Enquanto enfermeiros tentavam conter a estranha figura, ela voltou a atenção para o que médico preparava uma sedação, sua face até então imóvel e sem expressão se contorceu e inesperadamente exibiu um sorriso, um sorriso perturbador que fazia com que ela parecesse ainda mais assustadora ao revelar seus dentes longos e pontiagudos como os de uma fera.

    Uma médica que acabara de entrar no quarto gritou aterrorizada prostrando-se em um canto, enquanto o restante da equipe vacilava no intento de manter a mulher imobilizada. O médico que estava pronto para aplicar a sedação, vendo o sorriso sádico de dentes afiados perguntou quase que de maneira retórica: “Que diabos é você?” Ela inclinou o pescoço para observá-lo, ainda sorrindo. Houve uma longa pausa, a segurança já alertada podia ser ouvida correndo pelo corredor.

    A mulher se lançou para frente, afundando os dentes na garganta do médico, dilacerando-a profundamente, todos se afastaram assustados enquanto o médico caia no chão engasgando-se com seu próprio sangue. Ela se levantou e inclinou sobre ele, aproximando seu rosto do dele, enquanto a vida do médico se esgotava em agonia. Então, com uma voz cavernosa ela disse como se estivesse respondendo à pergunta que o médico fizera segundos antes: “Eu…sou…Deus”. 

    Os olhos do médico se apagaram, sua agonia havia terminado. Amedrontados e encolhidos pelos cantos do quarto os membros da equipe médica observavam a mulher que calmamente se afastava indo de encontro aos seguranças... Nenhum desses seguranças sobreviveu. Uma das enfermeiras, mais tarde, durante seu depoimento às investigações, chamou aquela grotesca figura de “A Mulher Sem Expressão”, ela nunca mais foi vista.



Para ler a publicação original postada nesse blog em 2013, 👉 clique aqui 👈


Muito obrigado pela sua leitura, espero que tenha gostado 💀😊🙌


Fonte do texto e da Imagem: Internet
Edição e adaptação do texto: Vagner T. Firmino
Edição de imagens: Vagner T. Firmino

Todos os direitos de texto e imagem são reservados aos autores

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